USO DA MÁSCARA FACIAL NO TRATAMENTO DA DEFICIÊNCIA MAXILAR

Resumo

As alterações estético-faciais, esqueletais e funcionais são uma realidade nos pacientes portadores da retrognatia maxilar (classe III), além das conseqüências psicossociais. Por se tratar de uma anomalia complexa, e de prognósticos muitas vezes sombrios, com indicações de tratamento cirúrgicos, traumáticos e de alto custo econômico, buscou-se através deste estudo, analisar e relatar um procedimento terapêutico que estivesse ao alcance dos ortodontistas e ortopedistas, para oferecer ao paciente um tratamento mais confortável, menos traumático e que, apesar de ter longa duração, ser mais acessível financeiramente e muitas vezes, se obter melhores resultados quando bem indicados. A utilização da máscara facial ortopédica tem se popularizado muito nos últimos anos, e cada vez mais profissionais estão se utilizando deste simples e, do ponto de vista mecânico, suficientemente seguro método terapêutico no tratamento das síndromes dos prognáticos (classe III), da retrognatia maxilar e fissurados lábio-palatais. Isso se deve ao grande número de pesquisas, trabalhos e artigos científicos, bem como o de relatos de casos clínicos, publicados em todos os veículos científicos nos últimos anos, dando o embasamento teórico e científico, e principalmente divulgando o sucesso dos resultados alcançados com esse método terapêutico. Neste estudo, é feita uma revisão da literatura da técnica, assim como das distintas variantes que dele se derivam, fundamentando a sua aplicabilidade clínica.

Autor

Dr. Antonio Fagnani Filho

Apresentação

Monografia apresentada junto ao CEA - Odonto-Fono de Poços de Caldas - ABO - MG, como parte dos requisitos para obtenção do certificado de conclusão do Curso de Extensão e Pós-Graduação em ORTOPEDIA FACIAL.